domingo, 26 de abril de 2020

SERGIO MORO - JUIZ DESTEMIDO E MINISTRO MEDÍOCRE

A biografia do ex-Ministro Sergio Moro,  até o presente momento, nos lembra uma versão sátirica sobre os advogados, que,  da noite pro dia,  de idolatrado passa a ser odiado, de "deus" a "ladrão",  pelos clientes. A estória é assim: Procurado na madrugada para diligenciar a soltura de um detido, ao chegar na delegacia o advogado é ovacionado pelos parentes como o  "enviado de deus", o "salvador da família". Após diligencias do causídico, o detido é solto. Ao receber a conta para pagamento dos honorários advocatícios, os mesmos parentes atacam irados dizendo que o advogado  nada fez, que aquele valor cobrado é coisa de "ladrão".

A diferença dessa sátira sobre nós, advogados, e a biografia contemporânea do Sergio Moro somente é diferente num ponto: O Juiz que atuou  corretamente enquanto magistrado, nada fez como Ministro da Justiça, portanto, não há que cobrar nada quanto a esta sua atuação nas hostes político-administrativas. Porem, em meio dia,  passou da figura de um Juiz aposentado com relevantes serviços prestados a Ministro medíocre, decepcionando a milhões de brasileiros.

O Moro pediu aposentadoria da Magistratura para atuar no cargo de indicação política, o Ministério da Justiça. Por ter sido ineficiente, omisso e irresponsável com algumas obrigações do cargo de confiança  ao qual foi nomeado pelo Presidente Bolsonaro, a pessoa do Ministro Moro não protagoniza nenhum ato merecedor de mérito à sua biografia, contrario sensu,  omisso nos momentos em  que o governo foi atacado injustamente pelo Congresso, pelo STF e por alguns Governadores, se aliando às pessoas que ele deveria combater com os instrumentos legais do Ministério da Justiça, a exemplo do que ficou público e notório, através da imprensa, sobre o seu  relacionamento com  alguns  Ministros de conduta ideológica estranha ao constitucionalismo do  qual deve se revestir a suprema Côrte judiciária, com Governadores aos quais prestava informações usadas contra a presidência, com Presidentes  da Camara e do Senado que apertavam o cerco contra aprovação dos  projetos do Presidente da República a quem ele, o Ministro Moro, devia fidelidade administrativa.

Enfim, ultrapassados os  motivos político-administrativos que ensejaram ao Presidente Jair Bolsonaro forçar o pedido de demissão do Ministro Moro e do seu apadrinhado Diretor da Polícia Federal, o que destruiu  a minha admiração pelo Juiz enquanto Juiz foi a forma covarde e vil, no sentido literal da palavra (próprio da pessoa mal caráter), com que saiu do Governo, sem nenhuma ética, se aliando aos inimigos que até  então combatia, principalmente antecipar à Globo (empresa que fez campanha contra a eleição do Presidente e tenta derrubar o governo) o texto do anúncio que faria sobre a sua saída do Ministério, entre outras mazelas que estão esgotadas nos anais da imprensa e da rede social.

Após o Presidente Jair Bolsonaro justificar os motivos que ensejaram a saída do Ministro Moro, carimbando na sua (do Moro)  biografia um ato próprio de chantagista, os que apoiam o governo e estavam indignados, acreditando que o Presidente havia forçado a saída do Ministro Moro por convicções políticas, passaram a entender o que, realmente, havia ocorrido: O Presidente foi chantageado. O Ministro queria negociar a sua nomeação ao STF, dizendo ao Presidente que somente em novembro, após a sua nomeação,  aceitaria    a saída do seu apadrinhado da direção da Polícia  Federal.

Foi levantada a dúvida sobre quem estaria mentindo: O Sergio Moro explicando os motivos de sua exoneração ou o Presidente Bolsonaro se defendendo. Nesse sentido, psiquiátras, especializados na  leitura de perfil para identificar quem está mentindo, analisaram a conduta do Moro (lendo suas explicações sem fitar o público e as câmeras, entre outras perfilações) e a explicação  do Bolsonaro (falando de improviso, fitando o público e as câmeras, entre outras perfilações), e afirmaram que MORO MENTIU e o PRESIDENTE BOLSONARO disse  a verdade. São técnicas de perícia judiciária,  relevantes no deslinde de crimes.

Outro fato que maculou  a biografia do Juiz pela minha ótica, foi a  atitude  dele, própria de mal caráter,  ao provocar  a  sua afilhada de casamento, uma deputada federal, a uma conversa que lhe permitisse emitir a frase "não estou à  venda", justamente porque sabia que, após o seu pronunciamento às 11 hs, do dia 23 do corrente mes (tres dias antes deste artigo), o Presidente Bolsonaro,  por  certo, horas mais tarde,  iria revelar que foi chantageado com a proposta indecente do seu então Ministro da Justiça, Sergio Moro.

A partir do pronunciamento do Presidente, ao final da tarde daquele mesmo dia 23, dezenas de outros fatos começaram a serem lembrados sobre a atuação medíocre e infiel do Ministro Moro que, por  certo, motivaram o Presidente Bolsonaro a revogar a "carta branca" que outorgara tacitamente ao Ministro, por justa quebra de confiança, como se faz com qualquer ato de outorga de poderes a alguem.

As pessoas que elegem  um  Presidente são parte do governo. Os eleitores devem  atuar como membros da equipe governamental de atuação externa. São momentos de criticar, repudiar, sugerir e se manter governo sob pena de perderem a ordem e desenvolvimento do País  para os  verdadeiros inimigos da Pátria. Por este prisma, os eleitores são culpados e devem assumir a culpa pelos atos da pessoa que elegeram,  chamando o Presidente à ordem das coisas,  modificar  os meios, resolver a questão e prosseguir.

Portanto, é culpa nossa (me identifico conservador de direita e apoiador do governo atual, havendo   participado da formação dele com o  meu voto) a nomeação do ex-Juiz ao Ministério da Justiça. Motivados pela trajetória do Sergio Moro na Magistratura, fizemos "vistas grossas" a sinais que ja revelavam a sua personalidade vil.  Vejamos:

Muitos não viram com  bons olhos, principalmente profissionais do Direito e especialmente os constitucionalistas, a atitude do então Juiz Sergio Moro ao vazar para os órgãos da comunicação social  (imprensa, rede virtual  etc) o telefonema da então Presidente Dilma ao ex-Presidente Luis Inacio  a quem comunicava  estar enviando uma nomeação a cargo ministerial,  transparecendo que era um ato para impedir a prisão do ex-presidente, naquele momento.  Assim, o  então Juiz violou ou foi conivente com a violação do sigílio que haveria de manter sobre questões que devem  tramitar em segredo de justiça ou perante o juizo competente, que, no  caso, seria o STF, por envolver a Presidente. Era sinal de mal caráter,  público e notório,  que não levamos em conta no momento de aceitar a sua nomeação a Ministro  da Justiça.

Outro  fato que,  tambem,  sinalizou  não ser o Moro  confiável  para assumir o Ministério da Justiça, foi  ocorrido antes do então  Deputado  Federal Jair Bolsonaro ser confirmado como candidato à presidência. Se encontrava Bolsonaro num aeroporto, ja sendo uma personalidade aclamada  por cidadãos,  por onde passava,  quando, por ali, tambem transitava  o então Juiz  Sergio Moro, outra personalidade em plena atividade de condenação dos corruptos. O deputado foi cumprimentar o juiz e este virou as costas, num gesto de prepotência  e vil, eis  que se tratava de um deputado (Bolsonaro) com as mesmas prerrogativas do Direito (legislador) e da cidadania. Ainda que fosse um joão ninguem, não mereceria ser constrangido em público  ao ser deixado com a mão estendida...

Outro fato que sinalizava  o mal caráter do Sergio Moro foi quando procurou o recém eleito Presidente Jair  Bolsonaro, o mesmo a quem negara corresponder a saudação,  para revelar seu apoio a projetos governamentais que  prosseguissem contra a corrupção no País, almejando o Ministério da Justiça, usando a sua popularidade pela atuação na lava jato  para impor condições, pedindo "carta branca",   pousando de "última coca-cola do deserto" no combate  à  corrupção através dos anais da Justiça.


Deixamos tudo isso passar e as consequências vieram agora. Eram sinais de que estávamos  tratando com um Juiz de  Direito  aposentado, que teve  atuação mais destemida do que ética (não esqueçamos o evento do telefonema da Presidente Dilma, repetido, agora,  no evento da Globo a quem antecipou texto de sua demissão e concedeu entrevista exclusiva), que não soube conviver com a sua popularidade,  foi picado pela mosca do poder ao largar a Magistratura para ser Ministro da Justiça e acabar ao menos pra mim (e a torcida do Flamengo) como um EX-MINISTRO DA JUSTIÇA  MEDÍOCRE, que somente atuou para dividir e não somar no governo,  preocupado com sua "biografia" em detrimento ao esforço que todos os segmentos nacionais estão empreendendo para   tirar o Brasil de uma pandemia.

Uma pessoa que abandona as suas funções públicas por motivos pessoais ("minha biografia" - disse ele) em meio à mais grave crise da saúde pública e da economia que o Brasil  vive, jamais ocorrida em toda a sua história,  merece somente os seus últimos 15 minutos de fama e o rótulo de TRAIDOR, pessoa vil e egocêntrico  ilustrando a sua biografia, ofuscando o que conquistou na magistratura, nada mais do que sua obrigação de servidor público na aplicação da lei

Moro passou. As manchetes se voltaram para o novo Ministro, o novo  Delegado da Polícia Federal e o prosseguimento da luta (que ele abandonou) contra a pandemia causada pelo coronavirus. 

quinta-feira, 2 de abril de 2020

MAIS DE 200 MIL CHINESES INFECTARAM A ITÁLIA


NÃO NOS COMPARE COM OS ITALIANOS. POR QUÊ O CORONAVÍRUS MATA MAIS NA ITÁLIA?

Mensagem que circulou nas  redes sociais, nos últimos dias, através do endereço www.dw.com , nos traz um fato que explica por que o coronavírus  mata mais gente no norte da Itália.

Voce sabia que existem mais de 200 mil chineses trabalhando nas confecções de roupas no norte da Itália? Justamente no local onde houve o maior numero de vítimas. Nenhum  veículo das redes sociais e nem da imprensa convencional divulga este fato.

EXISTE UM MOTIVO pelo qual a Itália, particularmente a sua região Norte, foi atingida tão brutalmente. Por volta de 2010, companhias chinesas adquiriram marcas iitalianas, não apenas porque a classe média chinesa ama a moda italiana. Eles precisavam manter o tão cobiçado “Made In Italy”. Então, ao invés  de fabricarem  roupas na China, eles enviaram os chineses para a Lombardia e a Toscana (Milão e Florença) – na dúvida, pesquise no Google...
Em 2013, o New York Magazine publicou que havia mais de 20 mil chineses em Prato, uma cidadezinha de Toscana – confira em https://www.dw.com/pt-br/a-triste-realidade-da-pequena-china-italiana/a-18841625 .

Atualmente, há mais de 200 mil em Tida Itália. E ADIVIDINHA ONDE É A SÉDE DA INDÚSTRIA FASHION CHINESA?  Sim, WUHAN – que contrata e envia mão de obra barata para  as fábricas da Itália. Isso mesmo. MÃO DE OBRA BARATA DE WUHAN.

Centenas deles retornaram à  China para o ano novo chinês.  Em 25 de Janeiro o vírus estava crescendo na cidade natal deles e ELES RETORNARAM À ITÁLIA INFECTADOS.

Segmentos empresariais e  dos governos estaduais, principalmente do Rio de Janeiro, São Paulo e Bahia,    sabendo disso, começaram a monitorar todos  os turistas, navios oriundos  da Ásia que atracavam no Brasil. Assim, conseguiram realizar as festas de reveillon e carnaval, sem comunicarem enfaticamente   a  população sobre a epidemia que já se alastrava da China para outros países. Esperaram o carnaval passar e começaram a bombardear o terror na mídia para confinar o povo. E deu certo! (?).

Se aliaram a esses  políticos estaduais, as correntes da oposição e dos oportunistas,  querendo  o poder, derrubar o governo a todo custo, não se importando com a saúde mental do povo, muito menos com a fome,quebradeira e o desemprego. Agora, no limiar de duas crises, a da saúde e da economia popular, muitos aparecem de paladinos, especialmente Dória, Witzel e Caiado, respectivamente,  governadores de São Paulo, Rio de Janeiro e de Goiás.

Assim, poderemos descrever que não estamos no mesmo  patamar das pessoas infectadas e mortas na Itália. É certo, que os cuidados são imprescindíveis, nem  mais e nem menos do que contra a Aids, Dengue e outras pestes que matam milhares de brasileiros, anualmente.

Neste  limiar da implantação do caos, muito estranho que o  Ministro da Saúde,  Mandetta, insista  em prognósticos com base na realidade da Itália e de outros países, causando  histeria na população,  não somente com os números assustadores importados da Itália, da França e das malfadadas orientações da OMS liderada por simpatizantes do comunismo chinês,  mas, também, pelo medo das demissões, perda do  emprego, faltar abastecimento de alimentos, bem ao estilo do “se ficar o bicho pega, se correr o bicho come”.

Nunca duvidei  que há uma agressão dolosa da China contra o resto do mundo. Se sabiam do coronavírus infectando sua gente,  não deveriam permitir que chineses, trabalhando na Itália, retornassem à Europa após as suas festas de ano novo. Ações judiciais nos Tribunais Internacionais já cobram dos chineses os danos causados, dentre elas as demandas propostas pelos EUA e por um cidadão brasileiro. A reação há de vir, principalmente com a queda das compras  dos  produtos chineses no Brasil e roupas italianas.
Vejam, também, o canal  DIREITO EM PAUTA no YouTube  https://www.youtube.com/watch?v=-7Q2r86eCNs.