domingo, 27 de setembro de 2020

CONSERVADOR IDENTIFICA O GOVERNO E NÃO BOLSONARO


Temos observado a dificuldade  que existe para alguns a identificarem os apoiadores do atual governo, se  é Bolsonarista ou Conservador. A onda  dos bolsominions  e bolsonarianos  quebrou na praia após passado o tsunami das eleições de 2018, devastando  80%  do território dos corruptos  no País.

No período eleitoral se justificava o rótulo  pejorativo bolsominion e o pseudo ideológico bolsonariano  porque a linguagem da rotulação  é a única  que  os vulgares lulistas/petistas  entenderiam para saberem a força de  quem os estava confrontando bem ao estilo do  você sabe com quem está falando?...

Os  Lulistas / Ptistas  não  são ecléticos. São de linguagem chula. Quem somente ler quadrinhos dos  Irmãos Metralhas jamais entenderá  o clássico Divina Comédia. Quem somente sabe desenhar  o  nome,  jamais distinguirá o sujeito do predicativo  numa frase. Quem  adota o Marxismo sempre argumentará para que  alguém  sustente sua mordomia enquanto ao povo joga brioches.  

Portanto, os rótulos dos que brigaram pela mudança da representação governamental eram válidos, se bolsomions  ou bolsonarianos, pois, era a linguagem que os depredadores cleptocratas travestidos de alguma ideologia de esquerda entendiam e temiam.

Há dois anos distante daquela calorosa eleição presidencial, que surpreendeu o Brasil, até então,  viciado na marginalidade da corrupção, ainda, há pessoas que, apesar do bom nível de instrução e, inclusive, alguns terem votado no atual Presidente, a partir de algum momento passou a ter dificuldades para distinguir quem defende a pessoa Jair Bolsonaro, agora,  denominados bolsonaristas,  de quem defende o governo.

Há uma distancia grande entre a pessoa que idolatra quem ocupa a Presidência à base dos brados de  mito e aquela que defende o governo,  que precisa de um presidente como chefe institucional. Quando sou confundido com bolsonarista  e sofro críticas, a dor é incontida porque, desde os bancos primários da minha educação civil, aprendi  que existe uma Pátria Amada e ela está acima dos que ocupam os cargos governamentais porque estas pessoas  são passageiras.

Quando apontado  bolsonarista  me defendo, ardorosamente, afirmando que não  sou Bolsonaro assim como não sou a pessoa de um Juiz, mas, sim, parte do Estado Juiz.   SOU GOVERNO porque  ajudei  a criar este governo. O presidente é um instrumento indispensável no sistema democrático presidencialista assim como o Primeiro Ministro no parlamentarismo para assinar por este governo os propósitos comuns.   Se  o chefe deste governo  não corresponder ao cargo que lhe confiamos, será substituído.

Mas, quando defendemos o governo, alguns conservadores que não concordaram com um ato ou atitude do chefe deste governo, ou que já caíram na falácia de traidores,  por vezes, tentam ofuscar a importância da pessoa de Jair Bolsonaro, no afã de  enfraquecer a importância de um   membro da equipe governamental – o Presidente –  e   destruir todo o governo,  do qual 58 milhões de pessoas,  inclusive o próprio descontente que reclama,  participam porque criaram este governo.

Eleitor não é para votar e ir embora. Deixar o pau comer. Dar o chute inicial e abandonar o estádio, não importando se os atletas irão quebrar tudo. Eleitor é responsável pelo governo que formou com seu voto. Tem que acompanhar, defender, brigar, mudar, operar, participar...Eleitor é membro do Governo. Aliás, o membro numero um.

Por este prisma, andei pensando em demandar uma ação judicial contra quem disse que o Presidente é defensor da tortura porque se votei neste Presidente significa que promovi a tortura? 58 milhões de pessoas no Brasil defendem a tortura? Mediocridade insana de quem andou vomitando estas baboseiras.

Todos membros de quaisquer organizações governamentais ou não possuem a prerrogativa de criticar, concordar, discordar e sugerir porque o objeto pretendido não é favorecer ao chefe da equipe, o objeto é o País, o Governo.

Entretanto, muitos acreditam, equivocadamente, que defender atos do Governo é torcer pela pessoa física   do funcionário  público Jair Bolsonaro no cargo de titular da Presidência como se isso fosse uma luta entre Eder Jofre e Maguila. Ora, se o governo dá certo, todos são enaltecidos -  povo em geral, eleitores ou não, Ministros, servidores e Presidente, sem distinção.

Voce não pode organizar uma fazenda, contratar um caseiro para administrar as coisas e não poder elogiar o serviço  dele, que está correspondendo ao que você pretende produzir. Não poder nem mesmo mencionar o nome dele numa sugestão ou comentário. Como você poderá explicar ao Ministério do Trabalho a CTPS assinada da qual não consta o nome do caseiro.

Portanto, é tão grande  a dimensão da  notoriedade mundial do nome de um dos membros deste governo, que elegemos para ocupar a presidência, que, mesmo alguns dos seus eleitores, portanto,  membros governamentais,  se incomodam. Entendo  eles. Vejamos:

A situação crítica a que o País chegou, após 20 anos de desgoverno e corrupção sustentados por uma bandeira que tinha nome – Lula, Lulismo, Ptista -, ainda  deixa temerosos alguns destes  nossos colegas (eleitores)  de governo,  receosos, tentando evitar  que sejamos iguais àqueles que   se revelaram  uma  seita, uma lavagem cerebral chamada Lula com  relação aos pobres de espírito e de instrução e iguais a outros que transformaram um metalúrgico em   inocente  útil para favorecer as suas   quadrilhas de construtores, de perpetuação no poder,  entre outros.  

Estão corretos. Não podemos depositar o projeto Conservador, de resgate do sentimento patriótico, da moralidade, honestidade e família  sobre um nome, uma pessoa, seja Jair, Zé ou João!...

Porém, é preciso distinguir quem está, ainda, vivendo, a onda da campanha que passou – minoria ínfima – daqueles que estão trabalhando efetivamente o projeto de governo, defendendo, criticando, sugerindo, instruindo, convencendo os errantes a formarem fila conosco, nas suas ruas, bairros, cidades e Estados.

Ser BOLSONARO é uma coisa passageira. Ser o GOVERNO, atualmente, presidido pelo Sr. Jair Messias Bolsonaro, é outra coisa, mais duradoura, porque a Presidência é transitória enquanto  nós  CONTINUAREMOS  SENDO GOVERNO,   renovando quem ficará na presidência, sempre!

Não podemos omitir nomes que formam a equipe – do  sentinela ao presidente – receando   sermos  rotulados   por algum ismo, quando, em verdade, somos CONSERVADORES. Sem identificar o nome do chefe que nomeamos  não seríamos o governo que criamos de forma destemida. Negando nossos pares seríamos hipócritas!

Portanto, que entendam: 58 milhões de conservadores criaram e comandam este Governo. Os demais, inclusive, o Sr. Presidente Jair Messias Bolsonaro, são executores da vontade desses milhões de brasileiros em prol  a todos, sem distinção, inclusive dos que não se aliaram ao resgate do Brasil das mãos de quadrilhas,  corruptos, ditadores, sanguinários...


Esta é uma imagem "Bolsonariana". Campanha eleitoral.

Esta é uma imagem de CONSERVADOR. Governo instalado. Projeto conservador efetivando.