Temos observado a dificuldade que existe para alguns a identificarem os apoiadores do atual governo, se é Bolsonarista ou Conservador. A onda dos bolsominions e bolsonarianos quebrou na praia após passado o tsunami das eleições de 2018, devastando 80% do território dos corruptos no País.
No
período eleitoral se justificava o rótulo pejorativo bolsominion e o pseudo
ideológico bolsonariano porque a
linguagem da rotulação é a única que os vulgares lulistas/petistas
entenderiam para saberem a força de quem os estava confrontando bem ao estilo do você sabe
com quem está falando?...
Os Lulistas / Ptistas não são ecléticos. São de linguagem chula. Quem somente ler quadrinhos dos Irmãos Metralhas jamais entenderá o clássico Divina Comédia. Quem somente sabe desenhar o nome, jamais distinguirá o sujeito do predicativo numa frase. Quem adota o Marxismo sempre argumentará para que alguém sustente sua mordomia enquanto ao povo joga brioches.
Portanto, os rótulos dos que
brigaram pela mudança da representação governamental eram válidos, se bolsomions ou bolsonarianos,
pois, era a linguagem que os depredadores cleptocratas travestidos de alguma
ideologia de esquerda entendiam e
temiam.
Há dois anos distante daquela calorosa eleição
presidencial, que surpreendeu o Brasil, até então, viciado na marginalidade da corrupção, ainda, há
pessoas que, apesar do bom nível de instrução e, inclusive, alguns terem votado
no atual Presidente, a partir de algum
momento passou a ter dificuldades para distinguir quem defende a pessoa Jair
Bolsonaro, agora, denominados bolsonaristas, de
quem defende o governo.
Há uma distancia grande entre a pessoa que
idolatra quem ocupa a Presidência à base dos brados de mito
e aquela que defende o governo, que
precisa de um presidente como chefe institucional. Quando sou confundido com bolsonarista e sofro críticas, a dor é incontida porque, desde
os bancos primários da minha educação civil, aprendi que existe uma Pátria Amada e ela está acima
dos que ocupam os cargos governamentais porque estas pessoas são passageiras.
Quando apontado bolsonarista
me defendo, ardorosamente, afirmando
que não sou Bolsonaro assim como não sou
a pessoa de um Juiz, mas, sim, parte do Estado Juiz. SOU
GOVERNO porque ajudei a criar este governo. O presidente é um
instrumento indispensável no sistema democrático presidencialista assim como o
Primeiro Ministro no parlamentarismo para assinar por este governo os propósitos
comuns. Se o
chefe deste governo não corresponder ao cargo que lhe confiamos,
será substituído.
Mas, quando defendemos o governo, alguns
conservadores que não concordaram com um ato ou atitude do chefe deste governo,
ou que já caíram na falácia de traidores, por vezes, tentam ofuscar a importância da pessoa
de Jair Bolsonaro, no afã de enfraquecer
a importância de um membro
da equipe governamental – o Presidente –
e destruir todo o governo, do qual 58 milhões de pessoas, inclusive o próprio descontente que
reclama, participam porque criaram este
governo.
Eleitor não é para votar e ir
embora. Deixar o pau comer. Dar o chute inicial e abandonar o estádio, não
importando se os atletas irão quebrar tudo. Eleitor é responsável pelo governo
que formou com seu voto. Tem que acompanhar, defender, brigar, mudar, operar,
participar...Eleitor é membro do Governo. Aliás, o membro numero um.
Por este prisma, andei pensando em
demandar uma ação judicial contra quem disse que o Presidente é defensor da
tortura porque se votei neste Presidente significa que promovi a tortura? 58
milhões de pessoas no Brasil defendem a tortura? Mediocridade insana de quem
andou vomitando estas baboseiras.
Todos membros de quaisquer organizações
governamentais ou não possuem a prerrogativa de criticar, concordar, discordar
e sugerir porque o objeto pretendido não é favorecer ao chefe da equipe, o
objeto é o País, o Governo.
Entretanto,
muitos acreditam, equivocadamente, que defender atos do Governo é torcer pela
pessoa física do funcionário público Jair Bolsonaro no cargo de titular da
Presidência como se isso fosse uma luta entre Eder Jofre e Maguila. Ora, se o
governo dá certo, todos são enaltecidos - povo em geral, eleitores ou não, Ministros,
servidores e Presidente, sem distinção.
Voce não pode organizar uma
fazenda, contratar um caseiro para administrar as coisas e não poder elogiar o
serviço dele, que está correspondendo ao
que você pretende produzir. Não poder nem mesmo mencionar o nome dele numa
sugestão ou comentário. Como você poderá explicar ao Ministério do Trabalho a
CTPS assinada da qual não consta o nome do caseiro.
Portanto, é tão grande a dimensão da notoriedade mundial do nome de um dos membros
deste governo, que elegemos para ocupar a presidência, que, mesmo alguns dos
seus eleitores, portanto, membros
governamentais, se incomodam. Entendo eles. Vejamos:
A situação crítica a que o País chegou,
após 20 anos de desgoverno e corrupção sustentados por uma bandeira que tinha
nome – Lula, Lulismo, Ptista -, ainda
deixa temerosos alguns destes nossos colegas (eleitores) de governo,
receosos, tentando evitar que
sejamos iguais àqueles que se revelaram uma seita, uma lavagem cerebral chamada Lula com relação aos pobres de espírito e de instrução e
iguais a outros que transformaram um metalúrgico em inocente
útil para favorecer as suas quadrilhas de construtores, de perpetuação no
poder, entre outros.
Estão corretos. Não podemos depositar o projeto Conservador, de resgate do sentimento patriótico, da moralidade, honestidade e família sobre um nome, uma pessoa, seja Jair, Zé ou João!...
Porém, é preciso distinguir quem está, ainda, vivendo, a onda da campanha que passou – minoria ínfima – daqueles que estão trabalhando efetivamente o projeto de governo, defendendo, criticando, sugerindo, instruindo, convencendo os errantes a formarem fila conosco, nas suas ruas, bairros, cidades e Estados.
Ser BOLSONARO é uma coisa passageira. Ser o
GOVERNO, atualmente, presidido pelo Sr. Jair Messias Bolsonaro, é outra coisa,
mais duradoura, porque a Presidência é
transitória enquanto nós CONTINUAREMOS SENDO GOVERNO, renovando quem ficará na presidência, sempre!
Não podemos omitir nomes que formam a equipe – do sentinela ao presidente – receando sermos rotulados por algum ismo, quando, em verdade, somos CONSERVADORES. Sem identificar o nome do chefe que nomeamos não seríamos o governo que criamos de forma destemida. Negando nossos pares seríamos hipócritas!
Portanto, que entendam: 58 milhões de conservadores criaram e comandam este Governo. Os demais, inclusive, o Sr. Presidente Jair Messias Bolsonaro, são executores da vontade desses milhões de brasileiros em prol a todos, sem distinção, inclusive dos que não se aliaram ao resgate do Brasil das mãos de quadrilhas, corruptos, ditadores, sanguinários...


