A palavra ideologia passou do domínio intelectual para o domínio vulgarmente público, utilizada por correntes de profissionais da política eleitoreira, que se identificam como políticos, mas, em verdade, são grupos organizados para se apropriarem dos bens públicos, escravizarem mentes de pessoas com desvios comportamentais ou complexo de inferioridade.
Estes cancros sociais
infiltrados nas políticas públicas utilizam a IDEOLOGIA como forma de dar um cunho cientificamente social às liberalidades
de sexo, de cor, de classes profissionais, de livre uso das drogas e aborto, de
defesas da vulnerabilidade física feminina,
entre outros temas que são os seus instrumentos de escravização das massas que
sofrem algum complexo de inferioridade. E assim, na base do ideologicamente
correto, que não passa de estelionato à
boa fé dos complexados, vão se apropriando dos bens públicos para satisfazerem
a sêde de poder, a mordomia, corrupção, dividindo os lucros do golpe no povo
entre seus limitados grupos de comparsas.
É fácil identificar estes
grupos manipuladores. Ainda durante a semana que finda, eles estavam reunidos
numa casa em
Salvador e num apartamento do Martinho da Vila, no Rio de Janeiro.
Reuniões secretas, talvez, para arquitetarem o próximo golpe nas eleições. Se
dizem artistas. Sim, já foram, um dia. Hoje, são seguidores de políticos marginais
que assaltam os cofres públicos.
Felizmente, as eleições passadas demonstraram que a maioria dos
brasileiros descobriram o perfil desses grupos marginais destruindo a organização social e política brasileira. Em 2018,
com o brado de Bolsonaro pela libertação
do Brasil das correntes destes fascínoras, teve início o resgate dos valores da família, do Cristianismo e de
outros segmentos religiosos voltados para os bons costumes e preservação dos
valores morais, resguardada a liberdade das pessoas para conduzir o padrão familiar.
Na sequência desse resgate,
insurge a segunda etapa das conquistas morais através das próximas eleições
estaduais e federais, evidenciando as pessoas, realmente, imbuídas da atividade
pública como meio de efetivar suas
naturais ideologias ( doutrinas, idéias) pelo
bem estar da coletividade.
As pessoas ,nas suas mais
diversas atividades profissionais, comunitárias, associativistas, integradas às
suas comunidades, sempre pautam um projeto de inovação, de melhoria, de
interesse público mais amplo a partir daquilo que vem participando nos seus
ambientes de trabalho, familiar, social.
A exemplo desse perfil de
pessoa, temos de Porto Seguro, daqui, da Bahia,
a evidencia da médica,
Dra. Raíssa Soares, que revoltou-se com a tirania do governo do Estado que impedia
o exercício pleno da profissional de medicina, proibindo que tratamentos fossem
ministrados a partir do que ela entende como mais adequado aos que estavam acometidos da pandemia Covid. Neste
momento se reconhece o verdadeiro
espírito idealista de uma pessoa, quando, sem pretensões eleitoreiras se faz destemida para aplicar o que lhe é moral e honesto
naquilo que faz.
Assim, não haverá de nos
passar despercebidos estes valores ideológicos naturais, de forma que possamos
motivar pessoas, como a Dra. Raíssa,
nos mais diversos segmentos das atividades profissionais e sociais, a estenderem os seus conhecimento
e dedicação a uma causa para milhões de
outras pessoas através das políticas públicas como participante do governo.
Uma médica, a exemplo da
Dra. Raíssa, no Senado será
a voz de milhares de médicos iguais a ela
nos seus ideais de servir sem pensar
em si a milhões de brasileiros
ávidos por atendimento mais efetivo da assistência à saúde.
Momento de fazer um Legislativo com deputados e senadores identificados com uma atividade
sócio-economico-cultural que lhes revelam
fora dos bastidores políticos e que venham
participar desses bastidores e tenham
naquelas casas de criação de leis e fiscalização dos agentes públicos os
instrumentos para expandirem os seus projetos IDEOLOGICAMENTE SEGUROS.


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