sábado, 2 de junho de 2018

A REGRA DA LEI - SEM A RÚSSIA E O PETROLEO DA VENEZUELA FASCISTAS APOSTAM NO APOIO DA NARCOGUERRILHA COLOMBIANA


Partindo da realidade brasileira, nesta chamada era “Lava Jato” - operação policial através da qual o Poder Judiciário investe na moralização do Executivo e do Legislativo  - , aplicando a lei e estendendo o braço dela para  alcance da justiça onde  a Constituição e demais legislações infraconstitucionais deixam hiatos, lacunas que servem aos malfeitores da administração pública, algumas correntes se manifestam satisfeitas com a efetividade   das leis, que não privilegia os poderosos, enquanto outras, defendendo os seus interesses fisiologistas, demonstram insatisfação apontando o abuso de poder das autoridades judiciárias, enquanto um terceiro grupo, dos operadores do Direito,  observam com cautela este avanço do Judiciário no controle dos  atos até então  da competência  do legislativo e do executivo. 

Esta movimentação, das três correntes, referidas, que alimentam os debates mais ardorosos, na atualidade, sobre a moralização  governamental, no Brasil, sendo deflagrada  contra  corruptos, que ilustram  os maiores eventos de corrupção na historia da civilização humana, quanto ao volume de riquezas desviadas dos bens públicos para enriquecimento criminoso de particulares, pode ser entendida como o surgimento de um novo paradigma, uma nova forma de governo, que dispensa ideologias e limita-se à efetividade do cumprimento das leis criadas para o bem estar coletivo, através de instituições   apartidárias, desprovidas de ideologias discriminadoras de classes sociais – diferente da nossa chamada Constituição Cidadão (1988), que estendeu o direito humano a quem não possui conduta humana, que todos são iguais enquanto alguns gozam de foro privilegiado e outros as masmorras imundas,  que trata políticos em cargos eletivos como se fosse profissão, entre outros desvios da lei.

Estaremos diante do surgimento do LEGALISMO? Do JUDICIALISMO? No Brasil, quiçá países no mundo globalizado economicamente, o Judiciário vai saindo da posição de intermediador na  busca da paz social  perante    questões   litigiosas, cada vez mais diminuindo o poder legislador  e executivo corrompidos,  do Estado, inclusive,  nas suas próprias  hostes judiciárias  para ser dirimida uma questão, prestigiando  a livre mediação – palavra de ordem dos operadores do  Direito na atualidade. Não importa qual a convulsão na sociedade, se governamental, de ordem economica ou social, o Judiciário vem atuando muito aquém dos seus fins primordiais, ora com perfil de executivo, substituindo  atos dos governantes   através das suas interpretações, da hermenêutica jurídica, ora como legisladores  suprindo legislações que não mais correspondem  aos modelos de relação entre  os indivíduos, na atualidade,    para a   imediata   solução   do   inusitado, cada vez mais agindo com rigor contra os crimes na administração pública, que inclui prisão dos ocupadores de cargos públicos dos mais elevados níveis, inclusive da presidência, por crimes comuns, e  da atividade privada, na camada dos  chamados poderosos.

Ressurge rotulações trazidas dos tempos de convulsão política no mundo, pós segunda guerra mundial,  dentre as quais, o fascismo que identifica a investida dos  marxistas para assumirem o poder, defendendo os pobres contra os poderosos para, após conquistarem o poder, se unirem aos poderosos   sem, entretanto,  deixarem de manter os pobres sob sua influencia populista, através da criação de um Estado assistencialista,  que distribui migalhas aos miseráveis que  os mantêm no poder e alimenta as instituições sindicalistas, criando outras de classes e partidárias para manterem os discursos e a ilusão de que o proletariado está no governo,    quando, em verdade, se apropriam dos bens públicos  para enriquecimento próprios e financiamento   à  manutenção e  ascensão de  fascistas em  outros países, sem que o pobre jamais deixe de ser pobre e quanto mais pobre melhor para que não sejam instruídos a entenderem que estão sendo os “inocentes úteis” neste modelo de ditadura populista.

Para entendermos como chegamos a esta situação, levando    para   o Judiciário todos os pecados do mundo, que poderiam ser distribuídos, partilhados com os demais poderes – legislativo e executivo – e não podem porque eles são os alvos da lei pelos crimes que praticam, será preciso uma sinopse sobre os dois modelos de  massificação  que, até então, dividiram o mapa geopolítico - economico do mundo (o Marxismo e o Capitalismo) nas Americas, entre as quais nos incluímos. Vejamos:

Dos pronunciamentos, no recente forum  economico mundial, extraímos algumas  explicações   para  a metamorfose  contemporânea, que se movimenta como que mudando os pólos do planeta de lugar.  

Desaba a Russia. Lula e Fidel criam o Forum de São Paulo

Na America Central, composta pelos cinco menores países – Guatemala, El Salvador, Nicarágua,Honduras e Costa Rica -, neste momento, dois deles, Nicarágua e El Salvador, são regidos pelo Socialismo do século XXI.  Portando, como se pode negociar com um bloco que possui dois países que não desejam o livre comércio? Isso não é  possível. 

Precisamos entender algo sobre a America Latina. A primeira, trata-se do fato da America Latina sempre ter sido regida por ditadores. Fidel Castro chega ao poder e obtém sucesso ao formar uma guerrilha marxista. No momento que ele surge e forma essa guerrilha, todos os países latino-americanos começam a “copiar e colar” esse modelo,  a fazer o mesmo. Apareceram  guerrilhas marxistas em todos os lugares – Guatemala, Nicarágua, Peru – tentando imitar Fidel Castro, financiados pela União Soviética e  com  a inteligência cubana.

No ano de 1989, a União Soviética desaba. O braço marxista na America Latina, seus grupos socialistas, percebem que estão em apuros porque agora eles não  terão mais o apoio da União Soviética para financiar essas guerrilhas violentas. Mas, ainda almejam o poder. Então, o que fizeram? Fidel Castro se juntou a Lula da Silva e criaram o 1º Forum de São Paulo, que é um congresso  anual  reunido para avançar a agenda socialista na região.

O Forum começou a operar em 1990. Em 1998, elegeram seu 1º presidente:  Hugo Chavez. Isso foi um alívio para Cuba porque o dinheiro que a União Soviética já não mais transferia era recebido, agora,  graças ao petróleo Venezuelano. Porem, as coisas tendem a ficar mais crítica para os socialista  latino-americanos porque, atualmente, o preço do petróleo vem caindo e esperam que a Colômbia avance a agenda dando às FARCs,  a NARCOGUERRILHA  MARXISTA da America Latina, posições no poder. 

Se isto ocorrer teremos o primeiro governo NARCOSOCIALISTA, o que tornará o dinheiro das drogas infinito. Não haveria mais dependência do mercado de petróleo e, talvez, tenhamos uma outra espécie de socialismo. Quem sabe, no Seculo XXII.

O que precisamos entender é que essa estratégia  não foi colocada em prática apenas na Venezuela. Foi colocada em prática no Brasil, Argentina, Chile, Uruguai, Nicarágua e El Salvador. Nos lugares que não tomaram o poder, existem pessoas esperando chegar ao poder. Quando entendermos isso, também iremos compreender que quando o muro de Berlim caiu e o comunismo tornou-se algo do passado ,  nós, na America Latina, aceitamos isso, graças aos governos neoliberais e seus presidentes de direita, que  iriam abrir os mercados.

Essas pessoas concordaram com as políticas do Consenso de Washington. Eles prometeram que nos dariam livre mercado. Mas, o que fizeram? Privatizaram tudo  - a eletricidade, trens, estações de radio, etc - , mas, não de uma forma liberal. Eles deram oligopólios e monopólios para seus parceiros. Isso criou um capitalismo de laços. Mas, para a maioria da população, o real culpado foi o livre mercado.

Em verdade, o livre mercado jamais existiu na America Latina! Tudo resume-se em responsabilizar o governo, porem, exigindo mais governo para solucionar os problemas. A população começa a votar no tal “socialismo do século XXI”,   acreditando que eles irão arrumar a bagunça provocada por esse capitalismo de laços, desde os anos 90. A Venezuela era pra ser a terra prometida. Caracas iria ser a New York da America Latina.  Então, o quê houve?

Todas essas figuras que chegaram ao poder – Chávez, Lula, Correa, Evo Morales – ao invés de acabarem com os privilégios, com o capitalismo de laços,  as oligarquias, eles se tornaram muito piores ! E isso é uma boa  notícia para nós...Sabe por quê? Porque as pessoas na America Latina não sabem o que fazer. Tentaram  votar na “direita” e, agora, pensam que “livre mercado” demais fracassou. Então, optaram pelo socialismo do século XXI e como resultado não  acabou-se com a pobreza.  Ela foi multiplicada.
          
Portanto, agora é uma grande e excelente oportunidade para pessoas que realmente defendam liberdades e libertação. Não apenas liberdades econômicas como,também, liberdades individuais porque, num momento de frustração com a  “direita ou a “esquerda”, onde tudo foi tentado, onde ambas são estatistas, visando o controle econômico, isto é uma ótima notícia para os que desejam defender a liberdade.

Precisamos importar da Europa para a America Latina   as mensagens certas: Precisamos de mais comércio do que assistencialismo para que as instituições funcionem nessa base. Não se trata de igualdade material. Trata-se de igualdade perante a lei. A Regra da Lei. E esta tendência se prenuncia na presença cada vez mais efetiva do Judiciário no controle das ações governamentais, políticas e administrativas, já que os modelos  socialistas e capitalistas,  emanados das correntes ideológicas,  faliram, não resolveram nada a não ser o benefício próprio de seus protagonistas  no poder e  o povo cada vez mais escravo dos estatistas  ou mantido na  miséria.

O Judiciário, assim, é a última fronteira para a garantia dos verdadeiros fins a que se prestarem as instituições criadas para servir à cidadania, sem desvios e influencia  dos   modelos fracassados, que , em verdade, foram  e são todos fascistas.

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